A raiva do ser e do sentir. A magia corrupta por detrás de cada acto. São como pedras no estômago, que pesam. Como um zoo inteiro em vez de borboletas.
A raiva do ver e do ouvir. Nada esclarecedor está por vir...enfermo é o sentir.
A mágoa no olhar é, no entanto, assustador. O sentir tudo que não é nada, porque do cérebro não sobra nada. É enevoado esse sentimento. "O nada que é nada mas que é tudo". Porque no fundo, a mágoa é a raiva do ser e do sentir, do ver e do ouvir.
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